Uma pesquisa recente revelou que 72% das empresas de médio e grande porte no Brasil ainda não estão preparadas para as mudanças trazidas pela reforma tributária de 2026. A nova legislação introduz um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, substituindo gradualmente tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. Este IVA é composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) a nível federal e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) a nível estadual e municipal, além de um novo Imposto Seletivo.
As empresas já começaram a sentir os efeitos dessas mudanças, especialmente na emissão de documentos fiscais eletrônicos, como NF-e e NFS-e, que agora devem incluir novos campos. Este período de transição, que se estenderá até 2033, tem aumentado a complexidade operacional das empresas. Augusto Lyra, CEO da Everflow, destacou que a adaptação às novas exigências fiscais tem sido um desafio significativo para a gestão empresarial.
Para se adequarem às novas regras, as empresas precisam investir em tecnologia e reestruturar seus processos operacionais. A implementação dessas mudanças é crucial para garantir a conformidade fiscal e evitar penalidades. A reforma tributária, embora ainda em fase de testes, já exige que as empresas se preparem para um cenário fiscal mais complexo e dinâmico.





