PEC da Redução da Jornada de Trabalho Preocupa Pequenos Empresários

A proposta de emenda constitucional que visa alterar a jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais, mantendo o salário, tem gerado apreensão entre empresários brasileiros. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) realizou uma consulta em todo o país, revelando resistência à PEC 8/25, que também propõe substituir a escala 6×1 por quatro dias de trabalho seguidos de três de descanso. A principal crítica é a falta de diálogo com o setor produtivo.

Empresários apontam que a mudança pode aumentar custos operacionais, como a necessidade de novos turnos e encargos trabalhistas, além de potencialmente elevar os preços de produtos e serviços. A redução dos dias de funcionamento e a dificuldade em cumprir prazos são outras preocupações, juntamente com o risco de migração de consumidores para o comércio eletrônico e o aumento da informalidade.

Antes de implementar a redução da jornada, empresários defendem melhorias em áreas como carga tributária, infraestrutura e inovação. A CACB destaca que, sem essas condições, a proposta pode prejudicar empresários, trabalhadores e consumidores. O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, critica o viés populista da proposta e sugere um programa de qualificação profissional de longo prazo como essencial.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP) calcula que a mudança pode aumentar o custo do trabalho em até 37,5%, afetando principalmente setores como agricultura, construção civil e varejo. Pequenos empregadores, responsáveis por 60% dos empregos formais, seriam os mais impactados.

O economista Sillas Souza, da Unicamp, alerta que a proposta pode levar trabalhadores a buscar empregos adicionais, aumentando a carga de trabalho total. Isso poderia reduzir a produtividade e pressionar salários para baixo, devido à maior oferta de mão de obra.

A CACB argumenta que a produtividade no Brasil ainda é baixa em comparação com países desenvolvidos, o que dificulta a adoção de jornadas menores. A entidade teme que a aprovação da PEC possa diminuir a competitividade internacional do Brasil, sugerindo que a prioridade deve ser dada à educação e qualificação profissional.

Fonte:https://www.contabeis.com.br/noticias/74716/quais-os-riscos-do-fim-da-escala-61/

Menos
impostos,
mais lucros!

Aumente o saldo do seu caixa com soluções inteligentes

COntabilidade especializada

Gestão contábil estratégica para crescimento seguro e eficiente!

terceirização financeirA

Mais eficiência e menos burocracia para a sua empresa prosperar!

registro de marca

Proteja sua identidade e fortaleça sua marca no mercado!

planejamento tributário

Pague menos impostos de forma legal e estratégica!

Converse conosco no Whatsapp!

Ao enviar o formulário, eu declaro que estou de acordo com a Política de Privacidade.